[tooltip id=”1e6fdd668b0b299507f15c834f958cd4″][tooltip id=”2bc00d3f65956e4d530f35555262c53e”][tooltip id=”ad5191b2d88898e8e5a734a3e676a138″]Tuning[/tooltip][/tooltip][/tooltip] é o título da nova peça de Rodrigo Francisco, um jovem autor de quem a Companhia de Teatro de Almada já levou à cena Quarto minguante. A peça estreia-se no Teatro Municipal de Almada no dia 8 de Abril, às 21.30, com encenação de Joaquim Benite…

O [tooltip id=”1e6fdd668b0b299507f15c834f958cd4″][tooltip id=”2bc00d3f65956e4d530f35555262c53e”][tooltip id=”ad5191b2d88898e8e5a734a3e676a138″]tuning[/tooltip][/tooltip][/tooltip] – uma actividade centrada na transformação de automóveis de modo a conferir-lhes uma identidade pessoal – atrai desde os anos 90 um grande número de jovem, sobretudo dos subúrbios. É um fenómeno social que Rodrigo Francisco – na sequência da sua peça anterior – aproveita para continuar a analisar o mundo juvenil suburbano.

A história…

 O jovem Pedro, que queria ser jogador de futebol, lesiona-se e é obrigado a mudar de projecto. Obtém emprego numa oficina de automóveis, como aprendiz. Aí contacta com o submundo da marginilidade e envolve-se em acções que tornarão impossível o seu sonho de recuperar carros velhos destinados à sucata e dar-lhes uma vida nova. Nelson, o colega amante do tuning, e Milton, o segurança marginal, conduzi-lo-ão até ao drama. Uma senhora iúva, que ansiava por novos sonhos, envolve-se com o pesadelo. O proprietário da oficina assiste e sobrevive, adaptando-se ao mundo competitivo e impiedoso em que lhe coube viver.

Resume-se a um jovem que se vê forçado a trocar o sonho de ser futebolista por um emprego de aprendiz numa oficina de automóveis, o autor aborda temas de grande actualidade: a marginalidade, a aprendizagem da delinquência, a droga, a ambição da subida a todo o custo, a procura da intensidade e da acção, num mundo sem horizontes onde o que conta é apenas a sobrevivência.

Três jovens actores – Pedro Walter, João Farraia e Rui Dionísio – integram o elenco do espectáculo, que incluiu também os nomes de Teresa Mónica e Paulo Guerreiro. Com cenografia de Jean-Guy Lecat, o espectáculo estará em cena de 8 de Abril a 2 de Maio, de quarta a sábado, às 21h30, e, aos domingos, às 16h00.

Vejam o cartaz da peça, cliquem na seguinte imagem:

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